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Conheça a Secretária de
Educação
Tereza Cristina Porto
Xavier
Tereza Porto é analista de sistemas
formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Dirigiu
o Proderj de março de 2000 até março de 2002 e,
de janeiro de 2003 até o dia de hoje. Tereza exerceu ainda dois
mandatos à frente da Associação Brasileira de Entidades
Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação
(ABEP – 2005 e 2006).
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A nova secretária de Educação,
Tereza Porto, disse, durante entrevista realizada nesta quinta-feira
(21/2), que sua experiência como gestora pública foi um
dos atrativos para sua indicação. Segundo ela, seu trabalho
na área de Tecnologia da Informação trará
benefícios para a pasta, proporcionando um avanço digital
que tornará a gestão mais moderna, com os processos internos
mais ágeis. Tereza Porto afirmou também que seu principal
objetivo é colocar mais professores nas salas de aula.
- Eu acho que eu aprendi muito à frente do Proderj (Centro de
Tecnologia de Informação e Comunicação do
Estado do Rio de Janeiro) nesses últimos oito anos, e isso foi
um fator importante para que o governador me convidasse para assumir
a Secretaria de Educação. Acho que o mais importante agora
é não deixar nossos alunos sem aula. Por isso, homologuei
o resultado do concurso público realizado em 2007. Já
fizemos a chamada de 3.948 professores e acreditamos que até
o final da próxima semana eles já deverão estar
lotados, prontos para atuar nas salas de aula – disse.
A secretária também ressaltou que 2.000 profissionais,
aprovados no concurso de 2004, já foram lotados. Outra medida
tomada foi a prorrogação da contratação
temporária de 1.610 professores e a contratação
de mais mil novos profissionais.
- Nós já temos a autorização do governador
para utilizarmos 15 mil GLPs (Gratificação por Lotação
Prioritária, ou seja, pagamento de horas extras). Com isso nós
acreditamos poder suprir toda a carência da rede. Nós temos
uma estimativa de que hoje faltam 14 mil profissionais – disse
Tereza.
Sobre os investimentos para a secretaria, Tereza Porto esclareceu que
dos R$ 2,6 bilhões destinados para a administração
da pasta, R$ 1,7 bilhão são para a folha de pagamento
dos funcionários. Para ela várias áreas têm
necessidade de investimento.
- Nós precisamos oferecer uma infra-estrutura melhor para que
o profissional de educação possa fazer seu trabalho com
qualidade. Além disso, existe a necessidade de manutenção
e reformas nas escolas e precisamos também utilizar a tecnologia
como ferramenta pedagógica – afirmou.
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